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Campina Grande


Geralmente acredita-se que a ocupação de Campina foi feita pelos índios Ariús na aldeia de Campina Grande, no dia 1º de dezembro de 1697.
Mas, a fundação de Campina Grande ainda gera controvérsias, pois a localidade podia estar ocupada quando Teodósio chegou com os índios Ariús.
O grande problema é que, apesar de Campina Grande ter sido fundada em 1697, somente no dia 14 de maio de 1699 que o governador da Paraíba Manoel Soares de Albergaria escreveu uma carta ao Rei de Portugal notificando sobre as descobertas de Teodósio de Oliveira Ledo, o que gera o impasse.

Campina Grande também é conhecida como cidade universitária, pois conta com 16 universidades, três delas públicas.





No alto de uma campina, na região dos Cariris, foi fundada por Teodósio de Oliveira Ledo, em 1697, uma aldeia de índios Cariris que habitavam às margens do rio Piranhas com o propósito de mostrar sua força ao governador da província da Paraíba. Este aldeamento foi o ponto inicial da cidade de Campina Grande.
No ano de 1769 o povoado foi elevado à categoria de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição.
Em 1788, atendendo pedido do governador de Pernambuco, o ouvidor geral da Paraíba cria a Vila de Soão João do Cariri que absorve o povoado de Campina.
Mas o progresso econômico de Campina eleva-a à categoria de Vila Nova da Rainha em 20 de abril de 1790.




Cabo Frio

A ocupação humana das terras onde viria se estabelecer o município de Cabo Frio teve início há mais ou menos seis mil anos, quando um pequeno bando nômade de famílias chegou em canoas pelo mar e acampou no Morro dos Índios até então pequena ilha rochosa na atual barra da Lagoa de Araruama e ponto litorâneo extremo da margem de restinga do Canal do Itajuru.

 


Praia do Amor


A Praia do Amor fica localizada no município de Tibau do Sul, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Vizinha à Praia de Pipa e a Praia dos Afogados, é considerada excelente para a prática do surf.

Com seus vários restaurantes, bares, lojas para você e seu amor desfrutar da beleza do Nordeste e relaxa.

A preferida dos visitantes é a praia do Amor, onde algumas barracas e muitos surfistas — atraídos pelo mar agitado, com boas ondas para a prática do esporte — dão um clima descolado ao lugar.
 As falésias emolduram a areia e, lá do alto, brindam os turistas com uma linda vista e ótimas fotos. Muito visitada no verão, fim de ano e carnaval.

Lagoa de Arituba


Localizada no município de Nísia Floresta-RN 

Um ponto turístico muito visitado de Camurupim é a Lagoa de Arituba. Ela é considerada um verdadeiro oásis para quem já teve o prazer de visitá-la. Cercada de dunas brancas, é impossível não se encantar pela paisagem digna de cinema







Gruta da Pedra Oca também é uma atração imperdível para os turistas e também para os nativos. Trata-se de uma formação rochosa que fica visível somente quando a maré está baixa. Até mesmo novelas famosas tiveram a Pedra Oca como cenário..

Praia de Pitangui localiza-se a 30km  da Catedral Metropolitana de Natal, no município de Extremoz, entre as praias de Graçandu e Jacumã. É muito conhecida no  pelo seu carnaval nas casas de veraneio e nos clubes Sambão e Pernalonga.
A vila de Pitangui é cercada por dunas onde se pode fazer passeios de buggy, tanto pelas dunas quanto pela praia. A principal duna se chama dunas douradas, que pela sua extensão se tem a impressão que está em um deserto. Em pontos das dunas douradas pode-se tirar belas fotos em meio aquele imensidão de areia meio dourada, onde frequentemente garotos da região emprestam micoslagartos e camaleões por alguns trocados que muitas vezes ajudam a cuidar de suas famílias. Ainda pelas dunas douradas, só que mais próximo à vila, em cima dos morros de areia tem-se uma vista belíssima de Pitangui.

Pitangui, praia típica de pescadores, sua paisagem é recheada com coqueiros e palmeiras. Também uma das praias preferidas dos veranistas, com muitas casas e uma boa estrutura de restaurantes a beira mar.

Pitangui é roteiro obrigatório nos passeios de Buggy graças as suas belíssimas dunas e suas lagoas.

Na Lagoa de Pitangui além de restaurante também encontramos passeios de caiaque e pedalinho.
Venha conhecer e aproveitar essa beleza deixada por Deus.

Quixadá

Quixadá está localizado no Estado do Ceará.Uma de belas paisagens é a pedra no formato de uma galinha.


Pedra da Galinha Choca é o nome dado a um dos mais conhecidos monólitos existentes no município de Quixadá, tendo seu nome derivado de sua curiosa forma. Está localizada a 5 km do centro da cidade. Até o começo do século era chamada de Pedra da Arara.

Fernando Pedroza

       Um lugar simples mais que Deus moldou essa bela arte.


Fernando Pedroza, antiga São Romão, foi fundada nos idos de 1920, pelo engenheiro Joca Briza, que veio acompanhado de alguns amigos como, Antonio Teixeira, Francisco Francilino e José Cassemiro, que vieram a esse lugar com o objetivo de construir a estrada de ferro ligando a cidade de Lajes a Angicos.
Essas terras (segundo depoimentos de antigos moradores), pertenciam ao Sr. Joaquim Trindade, que com o passar dos anos vendeu a família Pedroza.
Tendo como ponto de partida a mercearia instalada pelo o Sr. Antonio Teixeira e a feira livre, iniciaram nas terras de São Joaquim o processo de construção de moradias, dando origem ao povoado de São Romão.
Com a construção da estrada de ferro, começaram a surgir pessoas em busca de trabalho, sendo necessário a construção de moradias para abrigar as famílias que aqui chegavam. Até então, todo o fornecimento alimentício da Vila era feito no barracão do Sr. Antonio Teixeira. Francisco Francilino, construiu uma pensão com o intuito de abrigar as pessoas aqui recém-chegadas, e José Cassemiro, fornecia carne suína e caprina aos moradores.
A vila foi crescendo, os moradores se organizaram e passaram a ocupar mais espaço surgindo assim novas ruas e entidades necessárias para o convívio dos mesmos.
A vila de São Romão era assim chamada devido a uma antiga moradora por nome de Crinaúria que doou a imagem de São Romão para a 1ª capela, que ficava ao lado da estação ferroviária, que hoje funciona como armazém.

A família Pedroza representada pela figura do Sr. Fernando Pedroza, contribuiu diretamente com o desenvolvimento da Vila, doando as terras para o povo que aqui chegasse e construíssem as suas casas. Em homenagem a esse gesto de grandeza os habitantes resolveram mudar o nome da vila de São Romão para Fernando Pedroza. Não se pode deixar de registrar a importante participação de Annibal Calmon Costa, Gerente da Usina São Joaquim, ativo participante do esforço para o desenvolvimento de Fernando Pedroza.
Em 26 de junho de 1992, através da Lei 6.301. o então denominado povoado de Fernando Pedroza desmembrou-se da Cidade de Angicos, elevando-se a categoria de município do Estado do Rio Grande do Norte.
Localizado na microrregião de Angicos Região Central do Estado, o município de Fernando Pedroza limita-se ao norte com o município de Angicos, ao sul com município de Santana do Matos e Cerro Corá, ao oeste com Angicos e ao leste com o município de Lajes. A cidade de Fernando Pedroza está a 165 quilômetros de distância da capital, com uma área de 327 quilômetros quadrados de extensão territorial, onde residem 2652 habitantes. A região tem como clima o semi-árido e como vegetação predominante a caatinga respaldando neste último figura do “cactos”. Abastecida pela Adutora Sertão Central Cabugi, e conta também com o Açude Orós das Melancias.
O povo que aqui vive tem como maior fonte de renda as atividades agrícolas (agricultura de subsistência), pecuária, a criação de bovinos, caprinos e outras culturas e não deixando de ressaltar uma parte da população que tem renda proveniente do Comércio, União, Estado e Município.
A cidade ainda comemora tradicionalmente todos os anos no dia 26 de julho a grande Festa do Padroeiro São Joaquim, com a realização de novenas, procissão, missas e outras manifestações culturais.
O visitante que aqui chegar pode apreciar alguns pontos da cidade considerados especiais como: A Pedra da Santa, A Pedra do Sapo e a Casa Grande da Fazenda São Joaquim ou se deslumbrar com a formação do relevo existente na Região.

Pico do Cabugi


O Pico do Cabugi, em tupi-guarani( peito de moça) conhecido também como "Serra do Cabuji" ou "Serrote da Itaretama". É, segundo fontes não cientificas, o único vulcão extinto do Brasil que, até hoje, apresenta sua forma original.
Possui 590 metros de altitude e está localizado no Parque Ecológico Estadual do Cabugi no município de Angicos, no estado do Rio Grande do Norte. Passagem obrigatória entre Natal e Mossoró, as duas principais cidades do estado, sua imagem (Serra do Cabuji).
Composto principalmente por rochas basálticas alcalinas intrusivas, está associado a importante evento magmático terciário da região, responsável por diversos corpos rochosos espallhados pelo estado do Rio Grande do Norte.


Pirangi

Em Pirangi fica o maior cajueiro do mundo está localizado no distrito de Pirangi do Norte, município de Parnamirim. A árvore cobre uma área de aproximadamente 7500 m2, com um perímetro de aproximadamente 500 m. maior cajueiro do mundoO cajueiro foi plantado em 1888, por um pescador chamado Luiz Inácio de Oliveira; o pescador morreu, com 93 anos de idade, sob as sombras do cajueiro.
O crescimento da árvore é explicado pela conjunção de duas anomalias genéticas. 




A praia de Pirangi está a cerca de 20 km de Natal. Ela é cortada pelo Rio Pirangi, que a divide em Pirangi do Norte e Pirangi do Sul.

Pirangi é famosa pelo conhecido Maior Cajueiro do Mundo, sendo registrado no Guinness Book

Pirangi do Norte possui águas tranqüilas, ideal para a prática de esportes náuticos. Nas areias, são comuns as competições esportivas.





 Praias lindas e cristalinas


Maranhão

Um dos maiores estado brasileiros, rico em belezas, das quais todos os brasileiros tem o direito de conhecer e desfrutar. Então curtam as belezas exóticas.
Lençóis Maranhenses

História.
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Foram os espanhóis os primeiros europeus a chegarem, em 1500, à região onde hoje se encontra o Estado do Maranhão. Em 1535, no entanto, verificou-se por parte dos portugueses, uma primeira tentativa fracassada de ocupação do território. Foram os franceses que realizaram a ocupação efetiva iniciada em 1612, quando 500 deles chegaram em três navios e fundaram a França Equinocial. Seguiram-se lutas e tréguas entre portugueses e franceses até 1615, quando os primeiros retomaram definitivamente a colonia. Em 1621, foi instituído o Estado do Maranhão e Grão-Pará, com o objetivo de melhorar as defesas da costa e os contatos com a metrópole, uma vez que as relações com a capital da colonia, Salvador, localizada na costa leste do oceano Atlântico eram dificultadas, devido às correntes marítimas.

Invasão dos Holandeses
Em 1641, os holandeses invadiram a região e ocuparam a ilha de São Luiz, nomeando o povoado em homenagem ao rei Luiz XIII. Três anos depois, foram expulsos pelos portugueses. A separação do Maranhão e Pará veio a ocorrer em 1774, após a consolidação do domínio português na região. A forte influência portuguesa no Maranhão fez com que o Estado só aceitasse em 1823, após intervenção armada, a independência do Brasil de Portugal, ocorrida em 7 de setembro de 1822. No século XVII, a base da economia do Estado encontrava-se na produção do açúcar, cravo, canela e pimenta; no século XVIII, surgiram o arroz e o algodão, que vieram a se somar ao açúcar, constituindo-se estes três produtos a base da economia escravocrata do século XIX.

Sirios-libaneses e migrantes Cearenses, aumentaram a produção.
Com a abolição da escravatura, a 13 de maio de 1888, o Estado enfrentou um período de decadência econômica, do qual viria a se recuperar no final da primeira década do século XX, quando teve início o processo de industrialização, a partir da produção têxtil. O Estado do Maranhão recebeu duas importantes correntes migratórias ao longo do século XX. Nos primeiros anos chegaram os sírio-libaneses, que se dedicaram inicialmente ao comércio modesto, passando em seguida a empreendimentos maiores e a dar origem a profissionais liberais e políticos. Entre as décadas de 40 e 60 chegou grande número de migrantes originários do Estado do Ceará, em busca de melhores condições de vida na agricultura. Dedicaram-se principalmente à lavoura de arroz, o que fez crescer consideravelmente a produção do Estado.